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Se paralisação de tanqueiros perdurar, teremos consequências, diz Sindicombustíveis-BA sobre risco de desabastecimento

Presidente da entidade, Walter Tannus afirma que ainda é cedo para avaliar impacto de movimento deflagrado até agora em 6 estados

21/10/2021 às 10h14 Atualizada em 21/10/2021 às 15h22
Por: Redação Fonte: Metro1
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Sindicombustíveis Bahia, Walter Tannus, disse ao Metro1 que ainda é cedo para avaliar se o estado poderá sofrer desabastecimento diante da paralisação iniciada nesta quinta-feira (21) por caminhoneiros tanqueiros — motoristas que transportam combustíveis. 

Ele admite, no entanto, que o movimento poderá trazer transtornos. "Se perdurar, nós poderemos sofrer consequências maiores", diz Tanus.

Até agora, o movimento atinge os estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e parte da Bahia.

A categoria reivindica a redução dos preços do diesel, gás de cozinha, gasolina e outros derivados do petróleo.

A paralisação não conta com a adesão de associações e sindicatos de trabalhadores, que já atuam na organização de uma greve para o dia 1° de novembro.

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