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Quanto custa ser sensível num mundo de durões?

A grande sacada, penso que é o autoconhecimento, entendendo como funcionamos, reconhecendo nossas virtudes e fraquezas, sem esperar nada do outro!

22/11/2021 às 12h14
Por: Redação Fonte: Rosana Medina - Colunista
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Foto: Divulgação
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Segundo Carl Jung, fundador da psicologia analítica:

 “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta”. 

A famosa frase sumariza o conceito de autoconhecimento, que corresponde a uma série de processos de desenvolvimento e amadurecimento emocional, afetivo, cognitivo, relacional e corporal. Como o próprio nome indica, o autoconhecimento capacita o indivíduo a compreender suas questões com maior facilidade, o que é essencial para que ele entenda a forma com que se comporta, sente e manifesta suas emoções. Desenvolver o autoconhecimento ajuda a identificar limites, reconhecer forças, fraquezas, sinais de cansaço e, evidentemente, a manter a mente saudável e equilibrada.

Quando uma pessoa se conhece bem, ela tem maior controle sobre o seu desenvolvimento pessoal, além de aumentar seus níveis de autoestima e determinação. Assim, ela potencializa o controle sobre suas emoções, reflete melhor sobre suas escolhas e frustrações. Isso permite que lide melhor com mudanças, imprevistos ou até mesmo situações desconfortáveis, uma vez que a inteligência emocional diminui a impulsividade e torna as pessoas mais analíticas.

Freud, afirma que somos feitos de emoção, vivemos essa dualidade do consciente e o inconsciente o tempo todo.

Boa parte das nossas reações, leitura de mundo e o modo como nos relacionamos, visam contemplar nossas emoções.

Buscamos aquilo que nos falta, ou reagimos de acordo com aquilo que temos guardado nas memórias!

Uns são mais introvertidos, sérios, calados, observadores, ao passo que outros são mais extrovertidos, alegres, carismáticos, expansivos, mas apesar das diferenças comportamentais, todos nós somos regidos por aquilo que buscamos, que sentimos, que desejamos!

O fato é que há um sofrimento gigante para os mais sensíveis, e emocionais, viver e conviver num mundo orientado para resultados, onde via de regra, ignora-se a trajetória, e cobram-se o resultado, o tempo todo!

É como se nunca fôssemos bons o suficiente para as exigências do mundo, e das pessoas mais frias, duras, ou que simplesmente ignoram essa “sensibilidade de alguns”, passando por cima destes, como um carro desgovernado, atropelando tudo, e seguindo a vida sem olhar para trás!

A grande sacada, penso que é o autoconhecimento, entendendo como funcionamos, reconhecendo nossas virtudes e fraquezas, sem esperar nada do outro!

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Rosana Medina
Rosana Medina
Sobre Pedagoga, neuroeducadora, criou o método Medina de ensino, que visa mapear e entender do modo como pensamos e sentimos as experiências. Implantou no colégio da polícia militar da Bahia, trabalha com diagnósticos de aprendizagens, desenvolvimento pessoal e profissional.
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