Polícia Busca e apreensão

Polícia Civil apreende canetas emagrecedoras e anabolizantes em operação contra venda irregular em Camaçari

Operação Dose Clandestina cumpriu mandados de busca em um imóvel no bairro Gravatá e em um estabelecimento comercial no Centro. Um homem de 29 anos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

06/11/2026 às 09h20
Por: Redação I
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Imagens: Divulgação / Anderson Oliveira / Ascom-PCBA
Imagens: Divulgação / Anderson Oliveira / Ascom-PCBA

A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta sexta-feira (6), a Operação Dose Clandestina, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, para combater a comercialização irregular de medicamentos e anabolizantes. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em um estabelecimento comercial e na residência de um homem de 29 anos, investigado por suspeita de crimes contra a saúde pública e as relações de consumo.

No imóvel localizado no bairro Gravatá, os policiais apreenderam canetas emagrecedoras, anabolizantes, seringas utilizadas para aplicação das substâncias e um aparelho celular. Também foi encontrada uma arma de fogo, o que resultou na prisão em flagrante do investigado por posse ilegal de arma.

Já no estabelecimento comercial, situado no Centro de Camaçari e também ligado ao suspeito, foram recolhidos equipamentos eletrônicos que poderão contribuir com o andamento das investigações.

Investigação começou após fiscalização

As investigações tiveram início depois que uma fiscalização identificou um grande estoque de anabolizantes, tirzepatida (substância utilizada em canetas emagrecedoras) e outros produtos sujeitos ao controle sanitário em um estabelecimento que não possuía autorização para comercializá-los.

Mesmo após a interdição do local, surgiram indícios de que as vendas irregulares continuaram acontecendo.

As substâncias apreendidas foram encaminhadas à Vigilância Sanitária de Camaçari (Visa), responsável pela elaboração de laudo para confirmar as irregularidades. Posteriormente, o material será enviado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para análise.

A operação foi realizada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), vinculada ao Departamento Especializado em Investigações Criminais (Deic), com apoio técnico da Vigilância Sanitária do município.

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